Reação internacional
Mesmo em meio à dúvida de quem seria o responsável, o bombardeio ao hospital gerou uma série de condenações internacionais. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio do X (antigo Twitter), condenou o ataque ao hospital.
“A OMS condena veementemente o ataque ao Hospital Al Ahli Arab, no norte da Faixa de Gaza. O hospital estava operacional, com pacientes, profissionais de saúde e prestadores de cuidados e pessoas deslocadas internamente abrigadas. Os primeiros relatórios indicam centenas de mortos e feridos”, observou.
A OMS ainda destacou que o hospital era um dos 20 sob ordem de desocupação. Na última sexta-feira, 13, as Forças de Defesa de Israel determinaram que todos os civis da área deixassem o norte da Faixa de Gaza. A ONU alertou, porém, ser impossível esse deslocamento sem “consequências humanitárias devastadoras”.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) acompanhou a OMS e repudiou o bombardeio. “Nós pedimos que seja garantida proteção a todos os civis, incluindo crianças e a infraestrutura em que elas possam confiar. Nós precisamos de um cessar fogo imediato e acesso humanitário”, disse.
Também se manifestaram em repúdio ao bombardeio ao hospital chefes de Estado como o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau; e o presidente da França, Emmanuel Macron.
Repórter Ceará – Metrópoles