VACINA COVID: OMS confirma imprinting imunológico e afirma que impacto é obscuro
Foi publicado recentemente um estudo feito na Cleveland Clinic, o segundo hospital mais importante do mundo, mostrando que quanto mais doses de vacina COVID-19 uma pessoa recebe, maior a chance dela contrair COVID-19, fazendo exatamente o oposto do que é o propósito de uma vacina. Isso se chama “imprinting imunológico”. (grifo nosso)
Para explicar como acontece esse fenômeno é preciso saber que as vacinas fazem um trabalho treinando o sistema imunológico para lembrar e eliminar a variante original de Wuhan. Mas quando novas cepas marcadamente diferentes aparecem, o sistema imunológico responde com menos eficácia caracterizando o “imprinting imunológico”.
Agora a própria OMS está reconhecendo e afirmando a ocorrência de “immune imprinting”.
Por precaução, as autoridades brasileiras deveriam seguir os exemplos de Suíça, Dinamarca, Inglaterra, entre outros países, e deixar de recomendar e avalizar os produtos.
A Suíça desistiu das vacinas em abril deste ano. Não recomenda para mais ninguém. Permite algumas exceções, mas apenas com prescrição médica, e sendo de responsabilidade do médico os possíveis efeitos adversos.
A Dinamarca, em setembro de 2022, deixou de recomendar as vacinas COVID-19 para pessoas saudáveis menores de 50 anos. E desde 30 de junho, a Inglaterra não recomenda mais a vacina e quem quiser só poderá tomar com prescrição médica.
(Instagram Dra. Mayra Pinheiro)
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